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Dicas para desinfetar a escova de dente corretamente

Você sabia que lavar a escova de dente após a escovação não é o suficiente para desinfetá-la? Para fazer uma limpeza correta é necessário mergulhar a escova em água fervendo e usar ingredientes específicos.



Veja alguns truques caseiros rápidos e simples para deixar sua escova limpinha de verdade!

1. Limpe com vinagre e bicarbonato de sódio
Uma mistura de vinagre e bicarbonato de sódio é ótima para eliminar bactérias em sua escova de dentes. Para preparar, basta derramar ½ xícara ou 120 mililitros de água em um copo, adicionar 2 colheres de sopa de vinagre branco e 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio. Misture bem os ingredientes e deixe sua escova de dentes de molho por cerca de uma hora. Em seguida, retire, lave e siga para o próximo passo.

2. Limpe com anti-séptico bucal
Após imersão em vinagre e bicarbonato de sódio, o cheiro de sua escova pode ficar bastante forte. Portanto, continue lavando com enxaguante bucal por alguns minutos, até sentir um aroma fresco e suave.

3. Mergulhe em água fervente
O passo final é mergulhar a escova em água fervente durante alguns minutos. A água quente irá remover os últimos resíduos de bicarbonato de sódio, vinagre e anti-séptico bucal.

Fonte: Yahoo Mulher

O que é ortodontia?

Ortodontia é uma especialidade odontológica que corrige a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada. Dentes tortos ou dentes que não se encaixam corretamente são difíceis de serem mantidos limpos, podendo ser perdidos precocemente, devido à deterioração e à doença periodontal. Também causam um estresse adicional aos músculos de mastigação que pode levar a dores de cabeça, síndrome da ATM e dores na região do pescoço, dos ombros e das costas. Os dentes tortos ou mal posicionados também prejudicam a sua aparência.


 

O tratamento ortodôntico torna a boca mais saudável, proporciona uma aparência mais agradável e dentes com possibilidade de durar a vida toda.

O especialista neste campo é chamado de ortodontista. Os ortodontistas precisam fazer um curso de especialização, além dos cinco anos do curso regular.

Como saber se preciso de um ortodontista?

Apenas seu dentista ou ortodontista poderá determinar se você poderá se beneficiar de um tratamento ortodôntico. Com base em alguns instrumentos de diagnóstico que incluem um histórico médico e dentário completo, um exame clínico, moldes de gesso de seus dentes e fotografias e radiografias especiais, o ortodontista ou dentista poderá decidir se a ortodontia é recomendável e desenvolver um plano de tratamento adequado para você. Se você apresenta algum dos problemas abaixo, pode ser um candidato para o tratamento ortodôntico:

- Sobremordida, algumas vezes chamada de "dentes salientes" - este problema é caracterizado por um excesso vertical da região anterior da maxila e/ou uma sobre-erupção dos dentes dessa região. Nos casos de sobremordida, os dentes anteriores superiores recobrem quase 100% dos dentes inferiores, conferindo um sorriso desagradável e problemas mastigatórios. Os dentes inferiores podem, inclusive, estar tocando no palato e na gengiva do arco superior.
- Mordida cruzada anterior - uma aparência de "bulldog", quando a arcada inferior está projetada muito à frente ou a arcada superior se posiciona muito atrás.
- Mordida cruzada - ocorre quando a arcada superior não fica ligeiramente à frente da arcada inferior ao morder normalmente.
- Mordida aberta - espaço entre as superfícies de mordida dos dentes anteriores e/ou laterais quando os dentes posteriores se juntam.
- Desvio de linha mediana - ocorre quando o centro da arcada superior não está alinhado com o centro da arcada inferior.
- Diastema - falhas, ou espaços, entre os dentes como resultado de dentes ausentes ou dentes que não preenchem a boca.
- Apinhamento - ocorre quando existem dentes demais para se acomodarem na arcada dentária pequena.

Como funciona um tratamento ortodôntico eficaz?

Diversos tipos de aparelhos, tanto fixos como móveis, são utilizados para ajudar a movimentar os dentes, retrair os músculos e alterar o crescimento mandibular. Estes aparelhos funcionam colocando uma leve pressão nos dentes e ossos maxilares. A gravidade do seu problema é que irá determinar qual o procedimento ortodôntico mais adequado e mais eficaz.

Aparelhos fixos podem ser:

- Aparelho fixo — este é o tipo mais comum de aparelho; consiste de bandas, fios e/ou braquetes. As bandas são fixadas em volta de vários dentes ou um só dente, e utilizadas como âncoras para o aparelho, enquanto que os braquetes são presos na parte externa do dente. Os fios em forma de arco passam através dos braquetes e são ligados às bandas. Apertando-se o arco, os dentes são tracionados, movendo-se gradualmente em direção à posição correta. Os aparelhos fixos são geralmente apertados a cada mês para se obter os resultados desejados, que podem ocorrer no prazo de alguns meses até alguns anos. Atualmente eles são menores, mais leves e exibem bem menos metal que no passado. Podem apresentar cores vivas para as crianças, bem como estilos mais claros, preferidos por muitos adultos.
- Aparelho fixo especial — utilizados para controlar o hábito de chupar o dedo ou a língua "presa", estes aparelhos são fixados aos dentes através de bandas. Por serem muito desconfortáveis durante as refeições, devem ser utilizados apenas como um último recurso.
- Mantenedor de espaço fixo — se o dente de leite é perdido precocemente, um protetor de espaço é utilizado para manter este espaço aberto até que o dente permanente nasça. Uma banda é cimentada ao dente próximo ao espaço vazio e um fio é estendido até o dente do outro lado do espaço.

Aparelhos móveis incluem:

- Niveladores — uma alternativa para os aparelhos convencionais para adultos, niveladores em série estão sendo utilizados por um número crescente de ortodontistas para mover os dentes da mesma forma que os aparelhos fixos, mas sem os fios de aço e os braquetes. Os niveladores são virtualmente invisíveis e removíveis para que o usuário possa se alimentar, escovar os dentes e passar o fio dental.
- Mantenedores de espaço móveis — estes aparelhos têm a mesma função que os mantenedores fixos. São feitos com uma base acrílica que se encaixa sobre a mandíbula e têm braços de plástico ou arame entre determinados dentes que devem ser mantidos separados.
- Aparelhos reposicionadores de mandíbula — também chamados de talas, estes aparelhos podem ser utilizados no maxilar superior ou mandíbula, e ajudam a "treinar" a mandíbula a fechar em uma posição mais favorável. São utilizados para disfunções da articulação temporomandibular (ATM).
- Amortecedores de lábios e bochechas — são destinados a manter os lábios e bochechas afastadas dos dentes. Os músculos dos lábios e bochechas podem exercer pressão sobre os dentes e os amortecedores ajudam a aliviar esta pressão.
- Expansor palatino — um mecanismo utilizado para alargar o arco da mandíbula superior. Consiste em uma placa de plástico que se encaixa sobre o céu da boca. A pressão externa aplicada sobre a placa por meio de parafusos força as juntas dos ossos do palato a se abrirem para os lados, alargando a área palatina.
- Contentores móveis — utilizados no céu da boca, estes aparelhos de contenção previnem que os dentes voltem à posição anterior. Podem também ser modificados e utilizados para evitar que a criança chupe o dedo.
- Aparelho extrabucal — com este aparelho, uma faixa é colocada em volta da parte de trás da cabeça, e ligada a um elástico na frente, ou um arco facial. Este aparelho retarda o crescimento da maxila e mantém os dentes posteriores onde estão, enquanto os dentes anteriores são empurrados para trás.

Fonte: Saúde Bucal ig

Você tem um dente trincado?

Trincar um dente pode ser mais fácil do que você imagina.                                                        

Isso pode acontecer ao mastigar objetos duros ou alimentos como gelo, nozes ou balas duras. Acidentes podem causar um dente trincado, especialmente aqueles que envolvem uma pancada na boca.


 

O hábito de ranger ou apertar os dentes ou o fato de ter pressão mastigatória desigual podem levar a um dente trincado. A estrutura do dente desgasta com o tempo e restaurações grandes ou outras formas de reconstrução podem resultar numa trinca ou fissura. Por fim, você pode trincar um dente por expor o esmalte dental ao choque térmico, como acontece quando come alimentos quentes e em seguida bebe água gelada.

 

O resultado de qualquer um desses eventos geralmente é doloroso e pode levar a outras doenças bucais.

A Associação Dental Americana (ADA) fornece algumas orientações valiosas sobre como saber se você tem esse problema, por que isso dói e como tratar.

Primeiro, como você sabe se seu dente está trincado? Procure estes sinais:                                        

  • Você tem dor aguda ao morder que desaparece rapidamente.
  • Você tem dor que vai e vem mas não permanece o tempo todo.
  • Você tem dor ao comer ou beber.
  • Você pode não ter dor nenhuma.

As fissuras algumas vezes são invisíveis ao olho e nem sempre aparecem nos raios-x dentais. Ao observar algumas coisas, você pode ajudar seu dentista a identificar o problema:

  • Anote as coisas que causam dor, como calor ou frio, ou comer alimentos que são doces, azedos ou pegajosos.
  • Tente determinar a área da dor.

Por que os dentes trincados doem? A pressão ao morder faz a fissura do dente se abrir, o que causa dor. Ainda que seja muito pequena para ser vista, a fisura pode se abrir e irritar a polpa dentro do dente. A polpa é um tecido mole que contém os nervos e vasos sanguíneos do dente. Se a fissura irritar a polpa, o dente poderá se tornar sensível ao calor ou frio extremos. A polpa pode também sofrer lesões ou ficar doente como resultado da fissura. Caso isso ocorra, o tratamento endodôntico (canal radicular) pode ser necessário para salvar o dente.

Tratar um dente trincado depende do tamanho e da localização da fissura e dos sintomas que você está experimentando. Seu dentista discutirá qual tratamento é o melhor. É possível que seu dentista não recomende nenhum tratamento, uma vez que fissuras pequenas são comuns e geralmente não causam problemas. Se você está experimentando dor localizada, evite mastigar nesse lado da boca e procure seu dentista.

Se seu dentista recomendar tratamento, esse poderá incluir:                                             

  • Reparar o dente com material restaurador.
  • Colocar uma coroa para proteger o dente de danos adicionais.
  • Tratamento endodôntico (canal radicular) se a polpa estiver envolvida.
  • Extração do dente se ele estiver com fissura severa e não puder ser salvo.

Talvez o mais importante seja agendar consultas regulares, que permitem que seu dentista diagnostique e trate problemas no estágio inicial. Um dente com fissura pode se tornar um problema maior se deixado sem tratamento. Se você pensa que pode ter um dente com fissura, visite seu dentista.

Fonte: Minha vida

Saiba tudo sobre a cirurgia da gengiva.

Seu dentista recomendou que você consultasse um periodontista. Periodontista é um especialista em doença periodontal. Doença periodontal é uma infecção bacteriana grave que afeta o tecido da gengiva e estrutura óssea dos dentes, causando inflamação, vermelhidão, inchaço e perda óssea ao redor dos dentes. A doença periodontal pode afetar um ou vários dentes na boca. O NIH- National Institutes of Health informa que 80 por cento dos adultos nos Estados Unidos têm algum tipo de doença periodontal.


 

Como se pega uma doença periodontal?

A doença periodontal começa com as bactérias presentes na boca que se acumulam ao redor dos dentes. As bactérias acumulam-se e multiplicam-se, formando uma película biológica chamada placa bacteriana. Se essa placa não for retirada, o tecido gengival adjacente pode inflamar-se, resultando no desenvolvimento da gengivite. A gengivite pode ser tratada e revertida com o uso diário do fio dental e duas escovações por dia com um creme dental com flúor. A placa bacteriana e os resíduos alimentares são removidos por meio de práticas de higiene bucal para limpar a superfície dos dentes e eliminar a placa bacteriana na linha da gengiva.
Contudo, se a placa bacteriana e os resíduos alimentares não forem removidos, a gengivite pode agravar-se. O tecido gengival inflama-se ainda mais e pode ocorrer sangramento e a formação de uma bolsa entre o dente e a gengiva, que propicia o desenvolvimento da doença periodontal.

A bolsa periodontal desenvolve-se porque as bactérias da placa continuam a acumular-se e avançam abaixo da linha da gengiva. Nesse ponto, os recursos domésticos já não são mais tão eficazes na remoção da placa. Se não for tratada pelo dentista, a placa bacteriana continuará a avançar abaixo da linha da gengiva, infectando o interior da bolsa periodontal. As bactérias da placa geram subprodutos que fazem com que os tecidos adjacentes, duros ou moles, comecem a degradar-se. Este tipo de doença periodontal avançada pode afetar e infectar a raiz dos dentes. Quando isso ocorre, o dente solta-se e começa a incomodar o paciente, que precisará de cirurgia. O paciente deve passar por uma terapia inicial em consultório para tratar as bolsas periodontais por meio de raspagem e alisamento radicular. O dentista utiliza um aparelho ultrassônico para remover a placa, o tártaro e resíduos alimentares abaixo da linha da gengiva e, manualmente, faz a raspagem e alisamento da raiz para eliminar a doença. A raspagem e o alisamento radicular podem ser concluídos em duas ou quatro sessões, dependendo da extensão da doença. O dentista explicará as práticas corretas de higiene bucal para que o paciente possa utilizá-las em casa.

Tipos de cirurgia gengival

1. Retalho gengival – Se as bolsas periodontais tiverem mais de 5 milímetros de profundidade, o periodontista realizará este procedimento para reduzi-las. A maioria dos pacientes diagnosticados com periodontite moderada a severa passa por este procedimento. O periodontista corta o tecido gengival para separá-lo do dente, faz uma limpeza geral, com o uso de um aparelho ultrassônico e manualmente, e remove o tártaro, a placa e a película abaixo das bolsas.

2. Gengivectomia – Este procedimento é realizado para remover o excesso de tecido gengival e proporcionar uma melhor limpeza dos dentes. Antes de cortar e eliminar o excesso de tecido, o periodontista anestesia a gengiva.

3. Gengivoplastia – Este tipo de cirurgia é usado para remodelar o tecido gengival saudável ao redor dos dentes e melhorar sua aparência. Se a pessoa apresentar recessão gengival (afastamento da gengiva do dente), pode-se realizar uma gengivoplastia. Pode-se também fazer um enxerto, retirando-se tecido do palato e costurando-o no local da recessão.

Após a cirurgia, é importante que o periodontista explique a você como limpar os dentes e gengivas usando uma escova e um creme dental antimicrobiano com flúor, enxaguante antibacteriano e fio dental. Consulte seu dentista para obter mais informações sobre como cuidar de sua gengiva e seus dentes após a cirurgia.

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2013 Colgate-Palmolive.

Fonte: Saúde Bucal ig

Entenda as principais causas do mau hálito e veja dicas para evitar

 

O mau hálito é um problema muito desagradável e, na maioria das vezes, quem tem não sabe que tem. A dentista Ana Paula Uzun explicou: isso acontece porque as células olfativas ficam "acostumadas" com o mau cheiro e acabam não sentindo mais.


 O dentista Sidney Kina mostrou, no entanto, que existem testes caseiros para identificar o problema -  um deles é feito colocando uma haste flexível no fim da língua, quase perto da garganta, para avaliar o odor; o outro é feito lambendo o punho também também para sentir o cheiro da saliva.

De acordo com o dentista, entre as principais causas de mau hálito, estão a má higiene bucal, boca seca, cárie, doenças, como diabetes, problemas estomacais e sangramentos na gengiva, por exemplo.

Se a causa for sangramento gengival, é bom ficar atento porque esse sangue pode indicar alguns problemas, como gengivite, tártaro ou periodontite, por exemplo - por isso, se isso acontecer, é fundamental procurar um dentista. Os especialistas explicam que, de maneira geral, ter uma boa higiene bucal, inclusive da língua, e procurar um dentista regularmente são medidas que ajudam a evitar não só o mau hálito, mas diversos outros problemas.

Além disso, há alguns cuidados que também podem ajudar, como usar um creme dental específico, usar uma saliva artificial em caso de boca muito seca, beber bastante água e evitar bebida alcoólica e cigarro. Em relação à dieta, existem também alguns alimentos que podem piorar ou causar mau hálito, como alho, cebola, leite e derivados e condimentos fortes; por outro lado, existem outros que são bons na prevenção, como maçã, cereais e cenoura, por exemplo.

Fonte: Bem Estar

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